30 de junho PÚBLICO.
Não andamos a brincar com coisas sérias. Já deixei aqui um provável pequeno contributo para um combate sério às faltas de respeito de muitos ministros e seus legais representantes nas escolas/agrupamentos. Mas a procissão ainda nem vislumbra o adro.
“Conclusão é do Observatório de Saúde Psicológica e Bem-Estar após dois estudos realizados neste ano lectivo. Raparigas e alunos mais velhos são os que apresentam maior fragilidade.”
Soluções apontadas, entre outras. Achei interessante pensarem na educação física. Vejo muitas práticas contrárias nas escolas. Projetos muito inovadores e mais horas com os alunos sentados e colados a uma cadeira.
“promoção de “actividades que incentivem o sentimento de pertença à escola, e a coesão de grupo, sendo as aulas de Educação Física uma boa solução”
“os docentes estão cansados e sem apoio; desencantados com a profissão; exacerbados por burocracias e que lhes falta tempo para fazer mais. E apontaram que “também os assistentes operacionais se encontravam em situação de ruptura.”
“organizar uma plataforma de partilha de boas práticas.”
Acho bem, tudo na mesma, mas consciências mais tranquilas. É uma boa prática para promover outra boa prática.
