A inclusão Quando regressei a Portugal em 2009, 12 anos depois de trabalhar em escolas no estrangeiro, fiquei estupefacto quando todos falavam e chamavam de inclusão a uma coisa que ainda hoje não sei o que pretendem insinuar com isso. Fui consultar o dicionário e não obtive grande ajuda. Inclusão é um conceito que não … Continuar a ler BALANÇO. parte 3
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BALANÇO. parte 2
A INDISCIPLINA. Sim, a culpa é de quem governa. Mas, também é minha, também é nossa. De todos nós. Todos somos responsáveis. No entanto, não podemos confundir o patrão com o empregado ou o legislador com o alvo da legislação. Hoje, o controle da indisciplina na escola não funciona. E, se não funciona, é porque … Continuar a ler BALANÇO. parte 2
BALANÇO. parte 1. Encarregados de educação.
Senhores encarregados de educação: Querem que os vossos educandos frequentem uma escola onde, para além de aprenderem alguma coisa dos livros, também aprendam a ser cidadãos educados e responsáveis? Querem? Querem mesmo? Então, mexam-se e não fiquem de braços cruzados à espera que tudo caia do céu. Os professores já fazem demais e não nos … Continuar a ler BALANÇO. parte 1. Encarregados de educação.
Quem paga o quê?
Quando oiço certas pessoas a falar do trabalho, do seu trabalho no sector pivado, e me atiram à cara que são eles que pagam o meu salário com os seus impostos, tenho de ser franco e honesto: fico furioso. Às vezes apetece-me ser mal educado e perguntar, à queima roupa: - Então, ó seu estúpido, … Continuar a ler Quem paga o quê?
Singularidades
Tentar compreender algumas singularidades dos portugueses não é assunto fácil. Temos a sensação de que nunca houve tanto dinheiro público para gastar e, no entanto, as evidências são inegáveis. Maternidades fechadas por todo o lado e o Ministro vem à televisão dizer que nunca houve tantos nascimentos em Portugal. Urgências dos hospitais e especialidades fechadas … Continuar a ler Singularidades
Política tóxica, opiniões tóxicas, pessoas tóxicas.
Todas as sociedades vivem realidades naturalmente diferentes. Mas há valores que são comuns, qualquer que seja a sociedade ou o país. Desde 2007 que se enraizou a ideia tóxica em Portugal que os trabalhadores têm de ser avaliados e progredirem em função dessa avaliação. Os professores foram e são as maiores vitimas dessa intoxicação da … Continuar a ler Política tóxica, opiniões tóxicas, pessoas tóxicas.
Alguns feriados só chateiam
Portugal é um país estranho com governos também muito estranhos. Só mesmo um português para entender outro português. Mas eu não entendo. Ontem,1de dezembro, foi feriado nacional. Um feriado restaurado para comemorar, exatamente, a restauração da independência nacional usurpada pelos irmãos espanhóis em 1580. Depois de 60 anos de dependência externa, readquirimos a nossa soberania … Continuar a ler Alguns feriados só chateiam
Alguns feriados só chateiam.
Ontem, dia 1 de dezembro, foi feriado nacional. Um feriado restaurado para comemorar, exatamente, a restauração da independência nacional usurpada pelos irmãos espanhóis em 1580. Depois de 60 anos de dependência externa, readquirimos a nossa soberania e tornámo-nos donos do nosso destino comum. Curiosamente, em 2012, um governo de direita liberal, psd/cds, cristão e defensor … Continuar a ler Alguns feriados só chateiam.
O destruidor
Aprendi com os filósofos, pensadores Gregos da antiguidade, que todo o nosso discurso é político e todos somos políticos. Aprendi que não podemos exigir a perfeição, porque a perfeição é a mãe de muitos males. Somos todos imperfeitos e é desta imperfeição que nasce a tolerância. Mas, eu intolerante me confesso quando oiço ou leio … Continuar a ler O destruidor
Pronto, é o que temos, paciência
Pronto, é o que temos, paciência. Confesso que me custa falar de escolas quando vejo as imagens vindas da Palestina. E sei que as piores nunca as chegaremos a ver. São eles que as vivem. Para que servem as escolas se não conseguem evitar estas tragédias humanas? Para que servem as escolas se não conseguem … Continuar a ler Pronto, é o que temos, paciência
